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Nas férias de final de ano, meus pais resolveram se aventurar numa viajem de Porto velho até Manaus de carro. Porém no dia que íamos viajar minha mãe decidiu não ir mais, então desfizemos as malas e foi todo mundo se deitar, na mesma hora minha mãe foi para a casa de uma vizinha, quando ela voltou decidiu que íamos novamente, e que íamos sair de casa duas horas da madrugada, e como já era onze horas da noite, não conseguimos arrumar nada direito, e nem pra comer na viajem levamos, quando chegamos em Humaitá e paramos no posto de gasolina para reabastecer o carro, daí meu pai pergunto para o frentista se a estrada estava boa e ele falo que estava sim, pois estava só com buracos o que e bem difícil naquela estrada, mais quando ele olho pro carro se deparou que o carro estava com apenas cinco dedos de altura do chão, pois estava muito cheio de bagagem no carro, e ele falou que ficaria ruim de passar nos buracos por causa que o carro está muito pesado, mais meu pai não deu muita trela e seguimos a viajem. Quando chegamos na estrada de Manaus se deparamos com o primeiro atoleiro mas passamos numa boa, aí veio o segundo atoleiro que estava feio, com um carro atolado, então resolvemos sair do carro para ajudamos eles a sair desse atoleiro, pois nesse carro tinha uma criança autista, que está correndo e gritando ao meio do atoleiro, ai conseguiram tirar o carro, e seguimos em frente, logo a frente estoura a suspensão do carro e o carro fico mais baixo, e ainda por cima o cano do ar-condicionado estourou e o carro super aqueceu e não quis andar mais e ficamos no meio da estrada, pra nossa quando vimos logo atrás lá vem o carinha que a gente ajudo a sair do atoleiro, daí ele arrasta nos até Manaus, e nesse período, a corda arrebento, ficamos atolado, tomamos banho de lama, nessa hora já estávamos com muita fome, estressados e cansados já queríamos voltar mesmo estando no meio do caminho, e a mãe pra acalmar a gente só falava que já estamos chegando no capô açu mas nunca chegava, e começamos a pensa que essa capô açu não existia. Então de madrugada chegamos no capô Açu, atravesamos a balsa rumo a castanho que era nosso destino, daí chegamos na casa da nossa vó duas horas da madrugada, única coisa que fizemos foi tomar um banho comer e depois cair na cama de tanto sono.